O mais novo Fenômeno Musical

30 01 2010

É impressionante. Quando a gente acha que já viu de tudo, chega sempre alguma coisa para surpreender. Viajando pela internet, vi uma matéria na Globo.com sobre ‘isso aí’ e decidir “experimentar”. É o mais novo genêro musical da atualidade, o “pagode japonês”. Dêem uma olhada, mas vejam até o fim, porque se já é divertido para quem gosta deste tipo de música, imaginem para quem não gosta.

O nome do grupo é Y-no, que em primeira estância imagine que tinha algum trocadilho com o inglês “I know”, mas nem quis testar minha intuição com medo de estar certo. Eles tiveram a idéia quando visitaram o Brasil e ouviram a nossa mais popular música, e taí o resultado. Moral da história? A culpa disso tudo é dos brasileiros… ou dos africanos… sei lá…

Confesso que, talvez por incompetência minha, de início achei que eles estavam cantando em japonês e a legenda era só para ajudar. Não sei se vocês notaram, mas a harmonia não é das melhores, o figurino é coisa de outro mundo, e a letra, no mínimo, foi escrita e traduzida na sorte. Bem, viva ao Google Translator!!!

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Não sei vocês, mas eu ri à beça.

Espero que tenham gostado. Obrigado pela visita e até a próxima.





Cinema: AVATAR

26 01 2010

Simplesmente MARAVILHOSO. Assim, puramente no sentido da palavra que há tempos não usava para qualificar alguma coisa. Assim, sem exageros de adjetivos, sem deslumbramento desnecessário nem puxa-saquismo. Maravilhoso é o mais próximo que consigo chegar de dizer o que é Avatar para os amantes de cinema (e friso, já que para quem não se interessa, não tem como ser especial).

Alguns disseram que não é nada demais, uma historinha de Pocahontas com alguns efeitos especiais, e outros , de longe, concordaram comigo. Podem falar o que quiser, mas ouvi todo tipo de crítica antes de assistir o filme, e me aproximei o máximo da neutralidade para fazê-lo e poder falar o que achei.

James Cameron se supera neste trabalho que demorou mais de uma década para ficar pronto. Mas o resultado valeu à pena, com os efeitos digitais mais fidedignos da realidade já vistos na história do cinema. Desde Spilberg e seu Parque dos Dinossauros que a indústria cinematográfica não presenciava algo tão diferenciado.

A perfeição dos efeitos aparece principalmente na composição, nas expressões e na textura da pele dos Na'Vi

E esse é um dos outros pontos fortes do filme. Avatar apresenta ao espectador um Mundo totalmente diferente do que se está acostumado, com elementos e criaturas essencialmente surreais e excitantes de ver. A originalidade e o ineditismo sempre foram medalhões valiosos para minhas filosofias, e Cameron consegue isso.

Em paralelo, estão as lições de lealdade, religiosidade, amor e integridade aplicadas ao longa. Claro que estes elementos são aplicados de formas decerto esperadas para quem sentou na sala de cinema, mas, comove e faz todos torcerem por um final que, apesar de quase previsível, é memorável.

Cameron dá as instruções ao protagonista

E os amantes de cinema também conhecem melhor alguns membros da nova safra de bons atores que começam a destacar e colocar os cinqüentões na geladeira, como o próprio Sam Worthington (o protagonista Jake), Zoe Saldana (que empresta somente a voz à mocinha Neytiri), Michelle Rodriguez e Giovanni Ribisi (que crescem a cada filme, mesmo por papéis secundários).

Enfim, vale a pena ir à sala 3D e acompanhar as 2h30m de filme, ou melhor, um dos maiores e mais assistidos longas metragens que a história do cinema já conheceu.

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Bom galerinha, desculpem a demora entre o último post e este, mas é que além de estar de férias, o processo de mudança residencial me deixou sem internet por alguns dias. Mas estou aqui de novo.

Espero que tenham gostado, e comentem, se puderem.

Abraços a todos e até o próximo post.





O Exorcismo mais inútil de todos

11 01 2010

Pronto. Posto este texto no décimo primeiro dia do ano e já despacharam de vez os espíritos de natal e de ano novo. E o pior é que, entra ano e sai ano, eu nunca entendi isso direito.

Durante o Natal e a virada do ano, o clima de amizade toma conta do planeta. Todo mundo fica simpático, sorridente e educado. Tudo em razão do tão meigo e voluntarioso “Espiríto de Natal” e do alegre e promissor “Espírito de Ano Novo”. Uma pena que as datas de ambos aconteçam com tanta proximidade.

Não seria ótimo que todas as pessoas mantivessem a educação e conjunto cortês que tomam seus maravilhosos coraçõezinhos nessa época para o restante do ano? Por que se as pessoas agem dessa forma, é por que, no mínimo, devem ter capacidade humana para serem assim.

Dizer bons dia, tarde e noite no elevador, no caminho do trabalho ou tratar as pessoas com simpatia não somente para fazer sala social ou pedir algum favor. Educação e gentileza deveriam ser item de série o tempo todo e de praxe em qualquer estação. Assim como praias são lindas ao entardecer, cachorros são fiéis e as mulheres feias são assim mesmo quando nuas.

Esse é o exorcismo voluntário mais inútil que conheço. Na verdade, acho que é o único que posso chamar assim. E trata-se de um ato coletivo que não daria certo e nem seria tão eficaz nem mesmo se fosse campanha federal, algum entorpecente inovador ou música da Ivete.

Nunca entendi porque as pessoas misturam os problemas pessoais com profissionais ou vice-versa, e acho que no fim de ano, todos deixam isso de lado, mas quando retomam a vida, voltam a pensar nas dificuldades e logo despacham as cordialidades. Poxa, problemas todo mundo tem, mas na maioria dos casos, poucas são as pessoas que têm culpa.

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Pessoas, tô de férias e provavelmente demorarei para passar aqui novamente, mas com boas novidades.

Aqui onde estou, o sol é muito forte, venta muito e as opções de lazer são quase que incontáveis. Uma pena.

Abraços a todos e Shimbalaiê para a galera da redação.

Obrigado pela visita e até o próximo post.





Da série: FAZ PARTE DA ARTE #2

22 12 2009

Para dar sequência na série, decidi divulgar o trabalho deste artista plástico, criador de um trabalho que admirei desde o primeiro e-mail que recebi sobre ele. Na verdade, depois que pesquisei, descobri que o australiano Ron Mueck é um  “escultor hiper-realista” (só faço idéia do que possa ser), com fortes influências em efeitos visuais, televisão e cinema.

Bom, como dá pra ver nas fotos, o forte do trabalho do cara é o realismo nos traços e recursos proporcionais, independente das dimensões e escala do projeto. Para não enrolar muito, as fotos que achei já dão uma boa noção do grau de profissionalismo do cara. Para quem quiser saber mais do artista, é só clicar no nome acima (escolhi o link em inglês porque está mais completo, mas para quem quiser em português…).

É um trabalho simplesmente monstruoso… Os detalhes da pele, rugas, veias, cabelos e tudo mais… Bem, quem sabe, sabe. Não é?

Espero que tenham gostado. Obrigado a todos os elogios que recebi pela idéia da série sobre arte. Fico feliz.

Comentem, se puderem.

Acho que nem todos sabem, mas estou de mudança da residência que me comportou por mais de 24 anos, e o processo de transição deve dificultar um pouco meu trabalho aqui. Mas farei o máximo e o possível para não ficar muito tempo sem postar.

Abraços e até a próxima.





I’m Yours

17 12 2009

Bom galera, tô meio sem tempo essa semana, então aí vai uma forma rápida de compartilhar o que vi com vocês. Para variar, com descontração.

Os créditos da indicação dessa vez vão para o meu mano Poquito, pois foi ele quem deu a idéia de colocar esse vídeo aqui (apesar de eu já ter visto na ocasião).

Achei bacana, e reparei que apesar do vocal não ser dos melhores -mas não no critério humor, porque nesse ele é ótimo- o japinha tem uma ótima noção de cordas.

Espero que gostem. Abraços a todos e até o próximo post





Da série: FAZ PARTE DA ARTE #1

10 12 2009

Bom galerinha, sei que o conceito de arte varia muito de pessoa para pessoa, mas decidi dedicar um espacinho para essa prática porque sempre valorizei a originalidade das coisas, e também porque existem milhares de artistas espalhados por aí, mas os que têm dom pra valer não são tantos.

Na primeira edição desta série – que ainda não sei quantas serão (aliás, aceito sugestões), resolvi abordar uma visão artística diferente, com a qual me familiarizo mais. Arte de quem faz por paixão, para trazer um pouco mais de cor à metrópole fumacenta que freqüentamos -quase- sem escolha. E não arte alucinógena, feita para rechear de milhões algumas contas bancárias estrangeiras.

Grafitti. Ao contrário da pichação, é arte de rua e impreterivelmente feita com capricho. Escolhi um plano em especial, que são as obras d’ OSGEMEOS, porque estão com uma exposição especial em São Paulo, e têm respaldo mundial. É o talento brasileiro valorizado mais uma vez. Dêem uma olhada em algumas obras destes caras, e os dados da exposição estão no rodapé:

“Vertigem” – por OSGEMEOS

Quando? 25 de outubro a 13 de dezembro

Onde? Museu de Arte Brasileira da FAAP

Endereço: Alagoas, 903 – Higienópolis

Horário: de 3ª a 6ª feira, das 10h00 às 20h00

Sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 17h00

Fechado às 2as feiras, inclusive se feriado.

Informações: (11) 3662-7198

Site oficial: http://www.faap.com.br/museu/

Quanto morre? R$ zero milhões

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Bom galera, é isso, espero que tenham gostado.

Obrigado pela visita, e como disse lá em cima, aceito sugestões.

Abraços a todos e até a próxima.





Um por todos… E todos contra a AIDS!

1 12 2009

1º de Dezembro – Dia Mundial do Combate à AIDS.

Tudo bem que estou inserindo este post quase no dia seguinte, mas como diz o ditado: “Antes tarde, do que depois de fudido”, né? Pois então, além de ter milhões de razões de dar um pouco da importância que este tema merece, eu tenho um motivo em especial. Quem acompanhou meu último ano de faculdade talvez se lembre que a minha monografia foi exatamente sobre a AIDS, e a falta de valor que a mídia nacional dá a ela.

Um das coisas mais legais da ocasião foi o fato de que a minha teoria inicial foi além do que eu esperava. Explico: o tema era “A Desvalorização da AIDS/HIV como Pauta Jornalística – Análise do jornal Folha de S. Paulo”, e as estatítica que apurei foram mais desanimadoras ainda do que imaginava. Segue um trecho-chave da conclusão:

“Considerando o período analisado, dois meses e meio (ou 76 dias), chega-se a um total aproximado de 15.400 textos redigidos para a Folha de S. Paulo (incluindo notas e colunas), dos quais apenas SETE, citam a AIDS como tema principal. O índice lamentável de 0,037% de aplicação do tema AIDS/HIV no período estudado. Se forem consideradas todas as matérias que simplesmente citam a AIDS em seu corpo textual, 29 no total, o índice continua baixo, subindo para 0,15%.”

Enfim, faz dois anos que me dediquei a este trabalho de conclusão do meu curso, e até agora, sabem o que mudou na atuação da mídia? Nada. Um exemplo? Quantos de você sabiam que dia 1º de dezembro era o Dia Mundial do Combate à AIDS? Quantos de vocês viram alguma campanha do governo para combater a doença fora dos dias de Carnaval? Tudo bem que é um período que o volume sexual da galera sobe um bocado, mas ninguém vai querer me convencer de que só se faz sexo nos dias de folia, ou vai? Ou mesmo que os foliões de plantão esperam mais de 300 dias para desentupir os vasos somente durante a debandada dos trios elétricos e marchinhas animadoras?

Imaginem se não é de desapontar: esses dias vi na web uma foto que rodou o Mundo, de uma pai africano erguendo o filho recém nascido à luz do sol, celebrando… porque o filho dele havia nascido sem o vírus do HIV…

Enxugando as lágrimas… Para a galera que curte comunicação – principalmente visual – como eu, separei algumas campanha bem inteligentes que guardei aqui comigo ainda na época do TCC, mas para quem quiser ver mais, existem milhares, é só pesquisar na nossa querida e quase sempre eficaz Intenet. Dêem uma olhada, as nacionais estão no final:

Alemanha, 2006

Alemanha, 2006

Alemanha, 2006 (também)

A última: Alemanha, 2006

Essa é forte: "Olhos do papai, queixo do vovô, HIV da mamãe" - Alemanha, 2007

Não sei a tradução, e acho que nem precisa... França, 2006

“A AIDS nos faz igual.” - França, 2007

“A AIDS nos faz igual.” - França, 2007

França, 2006 - Também dispensa explicações

“Não há ação sem proteção” - Suíça, 2006

“Não há ação sem proteção” - Suíça, 2006

World Trade Center: 2.623 mortos. AIDS: 36 milhões de infectados mundialmente. O Mundo luta contra o terrorismo. É preciso fazer o mesmo pela AIDS. - Estados Unidos, 2002

À La "We are the World", algumas figurinha se uniram por uma boa causa: “Nós todos temos AIDS. Conheça, previna-se, cuide, cure”. - Estados Unidos, 2005.

“A AIDS continua sem cura. Proteja-se” - Estados Unidos, 2006.

“A AIDS continua lá fora e continua matando”. - Estados Unidos, 2006.

Ministério da Saúde / Governo Federal - Brasil, 2006

Ministério da Saúde / Governo Federal - Brasil, 2006

GAPA - Brasil, 2007

GAPA - Brasil, 2007

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Bom galera, é isso. Espero que tenham gostado, afinal, é um tema que impreterivelmente interessa a todos, sem exceção.

Para quem achou ‘demasiadamente erótico’ ou ‘eroticamente desnecessário’, vou tentar me enganar de que algum de vocês nunca viu – ou fez – coisa parecida, ok?

Valeu pela visita, e comentem, se puderem.

Abraços a todos e até o próximo post.





Tá chovendo Urso Polar!

25 11 2009

Para quem se lembra, no dia 15 de setembro deste ano eu postei um texto falando sobre coisas para se fazer antes de morrer, e uma delas era “Conhecer um Mundo”, que intitulei como sendo algo novo, desde que as pessoas começassem a ter consciência das coisas e mais responsabilidade ambiental para um Mundo mais agradável.

Infelizmente, os problemas ambientais são realidade, e incomodam a todos. Pois é, vi hoje na Internet este vídeo postado logo abaixo, um trabalho sensacional para muitos e radical demais para alguns, mas que, sobre tudo é eficaz na mensagem que quer passar: impactar as pessoas, e talvez alertá-las para algo ainda maior. Talvez seja uma forma de se chegar às grandes potências mundiais que fazem girar a economia global.

A mensagem no final do vídeo diz exatamente o seguinte: “Um vôo europeu produz em média mais de 400 kg de gases na atmosfera para cada passageiro… É o peso de um Urso Polar adulto.” Para quem não entende inglês, faz mais sentido agora? E ainda sobra espaço para ironia, já que o urso polar é uma das espécies que mais sofre com as alterações climáticas.

O vídeo já rodou o Mundo na última semana devido à sua genialidade e mensagem mais do que eficientes.  Imagine só então o impacto da aviação nas condições do meio ambiente. Muitos falam do meio automotivo e das indústrias, mas isso também é bem importante, e pouco falado. Não estou dizendo que deve-se  cogitar a existência dos aviões. Nem chega perto de uma possibilidade. Mas apesar de delicada, é ou não é uma situação para ser estudada?

Enquanto isso, o movimento aéreo continua em clara expansão, os pólos glaciais diminuem a cada dia e ficamos com a certeza de isso ainda afetará muito mais do que somente os ursos polares.

Para quem se chocou com o vídeo acima, quero compensar com um pouquinho de irreverência, então seguem abaixo duas animações bem interessantes envolvendo o simpático, atrapalho e também urso polar Bernard, uma criação da produtora espanhola BRB International. Confiram, pois quem ri com facilidade que nem eu, vai gostar!

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Bom galera, é isso, espero que tenham gostado.

Tô bolando umas coisinhas bem legais para lançar por aqui, mas sejam pacientes, ok?

Obrigado pela visita, e comentem, se não for cair a mão. Gosto de saber o que vocês acham do conteúdo…

Abraços a todos e até o próximo post





Sem miséria, freguesa!

18 11 2009

Uma das coisas que aprendi é que, quando temos condições, existem certas coisas que não devemos ser mesquinhos. Tudo bem, mesquinharia não tem que existir nunca, mas há quem feche a mão para certas coisas. É a tal história do que “vale à pena gastar”.

Para comer. Para isso vale à pena gastar. Existem outras tantas coisas que também merecem nosso valioso e suado dinheirinho, mas saborear algo que nos agrada é uma das principais. Assim mesmo, sem miséria, vale a pena gastar para se comer aquilo que gosta. Não é a quantidade que importa, e sim a satisfação que aquela refeição lhe traz.

Sempre pensei nesse estilo de vida, e não é surpresa para quem me conhece pessoalmente que gosto de variar e explorar cardápios por aí. Mas decidi escrever sobre isso na última semana (ok, tô um pouco atrasado) quando fui comemorar o aniversário do Rubão (dad – 11/11 – é, já sei, to atrasado…) com um jantar no famoso restaurante  “O Compadre”. Para quem não sabe, é aquele das janelinhas de madeira do lado de fora do Lar Center.

A parte central do Cumpádi

Enfim, a comida de lá é do tipo “caseira de primeira”, daquelas que dá pra comer até cansar. Não é gula não, mas é que são tantas coisas gostosas e bem feitas que dá vontade de experimentar de tudo. E que atire o primeiro bolinho aquele que nunca pensou desta forma na vida…

Para ter idéia, em meio que ‘dividi’ meu jantar em quatro tempos: saladas, massas, grill e sobremesas. Há tempos que não comia daquela forma. A salada é mesmo para quem gosta, meio que sem novidades. Mas a massa, apesar do cozinheiro contar com um cooktop elétrico de duas bocas apenas e um espacinho de 2m² para preparar os pratos, o resultado foi ótimo: um spaghetti com molho branco, queijo, presunto e alho. Mas cada um monta do seu jeito.

Na etapa grill, olhei para o bacana – que por sinal era o mesmo que preparou a massa – e perguntei: O que é que tem aí, fera? Depois da lista passada e alguns minutos, voltei à mesa com alguns pedaços de picanha (daquelas bem suculentas e até marcadas com o desenho da grelha), filet mignon (ao mesmo estilo), mussarela de búfala daquelas que mal conseguia levar à boca antes que derretesse e escapasse do meu garfo, enfim, mais algumas coisas. Na hora da sobremesa, por estar um pouco cheio, me contentei com um cumbuquinha de arroz doce – que para quem não sabe é meu doce preferido.

Mas o importante aqui é lembrar o quão bacana é gastar alguns reais a mais e sair satisfeito de um restaurante. Pois bem, S-A-T-I-S-F-E-I-T-O não quer dizer comer uma entrada de maionese embrulhada num filé de salmão, se ‘empanturrar’ com uma carninha e batata ao molho mostarda e olhar para um pedacinho de bolo industrial respingado de calda de chocolate já sabendo que a refeição está no fim. Isso tudo tendo que controlar a ordem dos 63 talheres na mesa. Respeito as normas de etiqueta, conheço-as e sei de sua importância. Apenas acho que às vezes, vale mais a pena comer um x-pernil na porta do estádio e sair satisfeito do que ‘miguelar o rango’ em razão de status.

fiquei com preguiça de procurar a saladinha com salmão...mas o resto tá aí

Mais alguns lugares caros, mas que valem a pena gastar para se comer bem, e que eu indico, são as galeterias em geral, churrascaria (praticamente todas as caras), Pizzaria do Bigode (Lapa), Pizzaria São Pedro (Móoca), Trattoria do Guappo (Center Norte), La Farina (Centro), Outback (apesar das porções serem ‘estreitas’, vale a pena pelo sabor, ambiente e atendimento), Pizzaria Valpolicella (Av Nova), Avanhandava 34 (essa é cara pra valer…rs) etc…. Se lembrar de outros, acrescentarei aqui.

Mesquinharia para alimentação é absurdo. Como todo mundo, nem sempre tenho condições de comer aonde quero, mas sempre que quero e posso, assim faço. E acredito que compensa porque é dinheiro bem gasto e aproveitado, e que, ao contrário de tantas outras coisas em que gastamos nosso valioso salário (mesada, esmola ou o que for), é o que melhor nos serve, mesmo que por pouco tempo.

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Bom galera, é isso, espero que tenham gostado.

Obrigado pela visita, e comentem, se puderem.

Abraços a todos e até o próximo post.





We don’t wanna miss this thing

13 11 2009

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Tudo mentirinha. Por algum tempo achei que uma das bandas que me fez apreciar o rock’n'roll iria para o vinagre. Tudo em razão de alguns rumores que envolviam a saída do vocalista Steve Tyler da banda Aerosmith. Mas, ao que tudo indica, o próprio Boca Mucha fez questão de salientar no último dia 11 (veja a notícia aqui) que tratam-se apenas de rumores e que ele continua firme e forte à frente do Aerosmith. Quer dizer, no sentido figurado né, porque fisicamente não dá pra confiar muito…

Bem, no fim das contas, fiquei feliz de saber que ainda poderei ouvir novas versões de sucesso como “Fly away from here”, “Falling in Love”, “Hole in my Soul”, “Full Circle”, entre outras tantas ainda mais famosas. Para quem quiser, segue vídeo de um dos maiores sucesso desses caras no vídeo abaixo: “I Don’t Wanna Miss a Thing”, famosa trilha do filme Armageddon. A produção também é ótima, por sinal.

Tenho que confessar uma coisa, o Stevezinho Boca Mucha é simpático, grita bem pacas e deve manjar muito de música… Mas será que alguém em sã consciência conseguiria achar uma justificativa para como um cara feio desse conseguiu fazer uma filha tão linda? Eu ainda não achei…aliás, um salve pra Liv!

Mas o fato me fez lembrar de algumas bandas que infelizmente acabaram e fazem muita falta atualmente. Tem um zilhão delas, e se for incluir todos os gêneros musicais, não deito na minha cama ainda hoje. Mas posso citar o mesmo gênero ou similar, passando por Nirvana, Creed e Guns, ou até mesmo alguns mais nacionais que particularmente sempre gostei, como Legião, Raimundos e até os bem-humorados Mamonas. Algumas delas só acabaram em razão da morte de algum componente -ou todos eles (!)-, atritos ou até mesmo somente mudaram a formação, mas nunca voltaram a ser a mesma banda.

Enfim, é isso, espero que os tais “rumores” sejam apenas isso mesmo.

Obrigado pela visita, espero que tenham gostado.

Abraços a todos e até o próximo post.